sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sistema Construtivo

           Em nossa última aula de maquetes nos foi proposto elaborar o sistema construtivo abaixo. Realizamos essa construção a partir de 12 pilares e 17 vigas em forma de I e mais 12 vigas auxiliares em forma de C. Analisando o sistema construído percebemos sua solidez, sua rigidez. 







quinta-feira, 26 de abril de 2012

Etapa 2.3 refeita (2)

Etapa 2.3 Refeita (2)

         Nesta primeira imagem podemos observar uma composição estável. Os dois volumes com a base adicionada nos fazem perceber uma grande massa que por si só propõe grande solidez.
   

      Já nesta outra imagem, apesar de ainda termos uma sensação de estabilidade e equilíbrio, ela é menor comparada a imagem anterior. Isso se deve ao volume externo não estar conectado (ligado) a base. 


      Aqui, percebemos que, ao elevar o volume externo a sua altura máxima, criamos uma composição pouco estável que parece pouco equilibrada se comparada as imagens anteriores.

        Nas imagens a seguir, em vez de ter volumes com base fixa temos os mesmos volumes com coberturas fixas.
        Como podemos observar na imagem a seguir, na minha percepção, a composição mais instável de toda etapa. Isso porque grande parte da massa se encontra elevada criando grande instabilidade e desequilíbrio.


      Nesta outra imagem a ideia de desequilíbrio e instabilidade ainda continuam, mas de forma mais amena, se comparados a imagem anterior.


     Já nesta última imagem, a composição fica pouco harmoniosa, mas ainda assim consegue nos passar certa sensação de estabilidade e de equilíbrio. Isso se deve ao volume externo que nessa composição serve, de certa maneira, como base.

sábado, 21 de abril de 2012

Continuação da caixa com corte...


         Continuei as intervenções na caixa e optei por mudar as divisões feitas inicialmente de isopor por papelão. Ao decorrer do desenvolvimento percebi também a necessidade de fazer algumas alterações no projeto inicial. Alterações essas necessárias para que o edifício ficasse com aberturas, escadas e repartições ideais. Abaixo vemos fotos do edifício pronto:

























O primeiro andar do edifício: 




O segundo andar:



E o terceiro andar: 




       Depois de pronto o edifício fiz observações das diferentes incidências de luz. Observei que no croqui do meu projeto havia imaginado uma incidência de luz em todas as aberturas simultaneamente e de mesma intensidade, uma ideia totalmente equivocada.  Digo isso porque ao simular a luz solar percebi que uma das faces (laterais, superior, posterior ou fachada) do edifício sempre seria favorecida, ou seja, mais iluminada que as demais. Abaixo vemos as fotos:

Primeiro vemos a face lateral esquerda recebendo maior incidência de luz:

   
                                




Depois a face superior:


E por fim, a face lateral direita:



            Vendo as fotos fica evidente o equivoco na representação da luz no croqui inicial.

         Como já havia comentado anteriormente, alterações nas aberturas e estruturas foram realizadas em relação ao projeto inicial. Isso porque no croqui havia imaginado aberturas laterais mais baixas e ao iniciar as intervenções na caixa vi que seria melhor elevar um pouco essas aberturas, pois assim teria mais aproveitamento da luz solar e deixaria o ambiente mais agradável. Também modifiquei as aberturas superiores. Inicialmente, havia pensado em fazer três aberturas (duas no apartamento e uma sobre as escadas, ambos no terceiro andar). Contudo para realizar esse projeto necessitaria ter uma caixa mais larga.  A última modificação que fiz foi alterar as escadas. Havia pensado em fazê-las muito inclinadas, o que impossibilitaria o acesso (a subida) dos moradores. Mudando a posição delas consegui ganhar um espaço maior para dispô-las de modo que todos conseguiriam utilizá-las sem problemas.
      Nas fotos a seguir podemos ver as diferenças entre o projeto inicial e a ‘concretização’ do edifício.

Croqui Projeto inicial:                                

Croqui Projeto Final:


 Neste croqui também observamos a real incidência de luz ao meio-dia.
     

Mais fotos do edifício pronto:









sábado, 14 de abril de 2012

EXERCÍCIO 4 - CORTE



        Nesta etapa da nossa disciplina de Maquetes, deveríamos criar croquis de casas ou edifícios com corte (o corte vertical). Neles representamos planos horizontais e paredes (com traço mais forte) e aberturas como portas e janelas (com traços mais finos). Nesses desenhos deveríamos enfatizar as áreas sombreadas e iluminadas (criadas pelas aberturas que fizemos); e variar os tamanhos das calungas que utilizaríamos para mostrar as mudanças no tamanho de cada pavimento. Abaixo os croquis dos cortes de casas e edifícios desenvolvidos como ideia inicial: 









    Prontos croquis deveríamos escolher algum para elaborá-lo em uma caixa, abaixo o início do desenvolvimento do desenho 1 na caixa:



















sexta-feira, 13 de abril de 2012

Etapas 2.2;2.3;2.4 Lego refeitas



2.2 Nesta etapa podemos observar as diferentes configurações que podem ser criadas com esses dois volumes - os quais vou chamar de volume interno e volume externo. Ao mudarmos a posição deles, observamos alterações na sensação de equilíbrio e de segurança. Quando o volume externo tem função de base, sentimos uma construção mais firme, mais sólida e que aparenta ter mais peso. A medida que deslocamos o volume externo para cima (de certa forma, ele sendo suspenso), a sensação de instabilidade vai aumentando e parece que perdemos um pouco da massa inicial. Podemos, assim, verificar diferentes tensões 'criadas' pelos volumes.


                                                             






2.3 Já nesta outra etapa utilizamos os mesmo volumes com cobertura fixa e com base fixa. Podemos perceber que a sensação de estabilidade é encontrada nas duas figuras, contudo, na imagem onde a base é o volume externo, observamos maior estabilidade e com a adição da cobertura a massa fica ainda maior. Na outra imagem, conseguimos notar uma maior harmônia entre os volumes e a cobertura.















2.4  Reprodução de uma obra arquitetônica:




Herbert Johnson Museum of Art, na Cornell University